Caixa de Pandora

17 anos, música, livros, amigos, skate, leão, coração bobo, fresno, dr. house, emotiva, grosseira, amiga, doida, engraçada, cigarros..

Mas ficou tudo fora de lugar. Café sem açúcar, dança sem par.

Cazuza  (via talvezvoce)

(Fonte: relicariodemim, via talvezvoce)

Não era meu dia. Não era minha semana. Não era meu mês. Não era meu ano. Não era a porra da minha vida.

Charles Bukowski  (via sentimentos-torturados)

(via queriatantotedizer)

Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar brabo contigo”.

Gabito Nunes  (via psico-amante)

(Fonte: c-a-n-a-r-i-o, via queriatantotedizer)

Verdade seja dita: Vocês PENSAM que me conhecem, falam horrores, pensam horrores. Porque eu faço o que quero, digo o que quero, penso o que dá vontade e não minto, digo é na cara mesmo.

Ouvi por aí, pessoas que dizem saber melhor de mim do que eu mesma, só que ninguém me conhece, quando vocês pensam que sabem tudo sobre mim, faço vocês caírem do cavalo. É que só sabe  de mim (pouco ainda) quem eu permito saber, isso que vocês vêem é meu lado intocável, raramente vão saber se estão chegando perto.

Saibam que odeio quem apaga meu brilho, quem me agrada o tempo todo, quem não grita e não fala palavrão. Quem implica com meus cigarros, com minhas músicas ou meu jeito exagerado. Gosto de me vestir de qualquer jeito, gosto de programar a minha vida, gosto de abraços demorados.

Sou extremamente carente, e se te adoro agora, quem se ausênta não faz falta, amanhã já não me lembro do teu nome.

Quero um coração que caiba no peito sem apertar nas bordas, que não tente todos os dias atravessar minhas costelas a cada espasmo. Quero me vestir de amores em numeros certos, sem sobras ou faltas, sem prazo pra troca. Quero abrigo do frio, morar no sol, tomar banho de neutrinos, usar estrelas como brincos. Quero chamar teu abraço de casa e encontrar a porta sempre aberta e poder entrar sem precisar bater.

Daniella L. (via flor-de-papel)

O problema não é o cigarro, o problema é o que me faz acendê-los.

Deplorável (via deploravel)

(via deploravel)

cooostela:

minha filha ▼

(Fonte: toptumbles)

meu cérebro apodreceu, não consigo mais escrever, adeus.

mas eu tenho bala de uva e meu cabelo tá bonito. (via flor-de-papel)

(Fonte: queridoshermanos, via cooostela)

Eu gostei de você como gostava de raspar a bacia em que minha mãe batia a massa do bolo. Foi, sim. E também gostei de você como gostava de andar no meio-fio sem cair nenhuma vez. Gostei de você como gostava de pegar uma maçã na fruteira, subir no meu pé-de-nada (nunca brotava frutinha) e comer tranquila. Gostei de você como gostava da sensação de acabar um livro e sentir como se tivesse voltando de uma longa e incrível viagem. Gostei de você como gostava da tapioca da minha vó, de ser mimada quando gripava, de brincar de amarelinha e de fingir que era cantora. Gostei de você como gostava de Chaves, e de desenho animado.

Mentira, mentira, tudo mentira…
Ainda gosto.

Clara D.  (via verbosdiversos)

(Fonte: insubmissa, via verbosdiversos)

Se o braço da poltrona nunca abraça
Eu acho que a palavra perde graça
Se a boca do fogão não sente fome
Então por que o mesmo nome?

Se a mão do violão não pega nada
Eu acho que a palavra ta errada
Se o fósforo tem algo na cabeça
Alguém me diz o que ele pensa!

Será que pé de planta tem chulé?
Será igual ao da planta do pé?
E se for pra plantar bananeira…
Não porá os pés no chão!

Se o alho tem um dente e não mastiga
Eu acho que a palavra não se aplica
Se o livro tem orelha e não escuta
Mas que palavra mais maluca!

Se o milho tem cabelo e não penteia
Eu acho que a palavra é meio feia
Se a perna tem batata e não frita
Mas que palavra esquisita!

Será que pé de planta tem chulé?
Será igual ao da planta do pé?
E se for pra plantar bananeira…
Não porá os pés no chão!

Se a gente não alcança, não importa
Mas se cresce e enxerga não suporta
E no fim a fantasia vai embora:
O olho mágico da porta só vê o lado de fora…

Vinicius Castro (via flor-de-papel)

Não sei se fujo de casa ou me escondo embaixo da cama.

(via flor-de-papel)